sábado, 20 de junho de 2015

URACH # REALIDADE OU FANTASIA?? RELIGIÃO OU NEGÓCIO?? FÉ OU RAZÃO??

CONVERSÃO INSTANTÂNEA  #  RAIO EVANGELIZADOR

Parece que o raio evangelizador ataca sempre. A vítima da hora, digo a fiel, que foi acertada foi a tal da Andressa Urach, que está uma nova pessoa depois de todo aquele bafo com o hidrogel.
Bem, passado toda a experiência ruim, Andressa decidiu abrir o jogo e contar todos os seus pecados, acredito que como uma forma de confissão, sabe? Além de contar seus planos para o futuro como uma mulher nova e ungida. Hoje ela estava no The Love School, programa apresentado pela filha e pelo genro de Edir Macedo, o dono da Record. Parece que a moça tenta se reinventar como celebridade devota a Deus.
Pensando na história da moça, entre tantas outras, digo que é difícil acreditar nessas conversões instantâneas. Principalmente quando se trata de uma pessoa que fez fama com o corpo e que, olhando-o todo cheio de cicatrizes e a impossibilidade de repará-lo, viu nessa mudança um meio de continuar na mídia. Não precisa ser nenhum gênio pra deduzir, fácil, que ela se "converteu" porque não tem mais o corpo pra mostrar, está toda ferrada. Se tivesse saído com o corpo ileso disso tudo, uma hora dessas estaria muito provavelmente na Playboy pelada. 
Bem se ela tivesse se "convertido" antes do ocorrido, no auge do que ela pensava ter (fama), minha opinião seria diferente. 
Ana Paula Arósio e Lídia Brondi são bons exemplos de pessoas que largaram tudo no auge da fama atendendo a sua verdade espiritual, alguma coisa de fato clamou na alma pra que elas agissem livremente para fazer outras escolhas, foi flagrante a atitude de desapego e "libertação" que tiveram, digno de ser considerado. 
Ao contrário, infelizmente a conversão de Urach não foi facultativa. Era a única opção que ela tinha após ficar toda detonada depois das complicações resultantes das drogas injetadas em todo o corpo, que a deixou deformada. Se converter foi a saída dessa menina viradora que antes trabalhava com o corpo e imagem, mas depois que esse corpo ficou todo estragado qual empresa vai querer ter sua imagem associada a essa mulher, ainda mais empresas da área de beleza? (só se for gospel e do Edir Macedo e/ou associados). Ela foi esperta e agora se transformou numa evangélica da universal, virando uma propaganda da força universal em conversão de almas perdidas. Posso dizer que juntou a fome com a vontade de comer, perfeito! Perfeitamente orquestrado e orquestrável!

Falando nisso...
Muitas pessoas buscam fugir da mediocridade e ambicionam o sucesso.
Mas... fugir de qual mediocridade? Ambicionar qual sucesso?
Aí é que tá...


sexta-feira, 19 de junho de 2015

A TUDO QUE NOS DERRUBA DEVEMOS UM MUITO OBRIGADO

A VIDA É MUITO MAIOR QUE NOSSOS DESEJOS...


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Assim como a humanidade, cada ser humano, em sua vida íntima, depara-se com a realidade de que seus melhores sonhos, maiores vaidades e mais queridas expectativas nem sempre correspondem à realidade. Na verdade, quase sempre que algo nos incomoda no cotidiano é porque, no fundo, levantaram a casquinha da ferida e cutucaram justo lá, onde a pele é bem vermelha e mais sensível. A cada momento sofremos feridas que abalam a nossa estrutura e nos fazem repensar o que somos e o que queremos a cada instante.
Mas isso é bom.
É uma oportunidade e tanto de realmente evoluir. 
Toda vez que alguém falece em nossa família, sofremos uma ferida dessas, pois temos a consciência do quão pouco podemos diante de um destino que parece, sejamos sinceros, aleatório e inclemente. Nossa incapacidade de, às vezes, aliviar a dor de um ente querido revela o quão nossa própria condição humana é frágil.
Mas nem todo mundo nasceu para ver e -- principalmente -- entender as desilusões humanas. Desse modo, se quisermos, podemos ignorar a lição e narcotizar nossa consciência com alguma distração. Mas, agindo assim, continuaremos para sempre crianças perdidas.
Crianças perdidas sim, pois só um adulto sabe dar valor ao poder que emerge de cada derrota.
Toda vez que algo ou alguém nos rejeita, seja em uma entrevista de emprego, em uma amizade proposta, em uma prova de capacidade ou em um concurso público, mergulhamos novamente nossa cara no travesseiro. 
Não há decepção que não seja, a par toda tristeza inerente, um degrau a mais em que nosso pequeno ser se abate e é deixado para trás. E esse enfraquecimento é sempre uma espécie de vitória sobre si mesmo. A partir de então, sempre que somos feridos, algo em nós sorrirá gentilmente, por saber que se trata de uma oportunidade de ouro para fazer brotar uma consciência maior.
Eu ouso até dizer que há um momento de nossas vidas no qual a desordem, o caos e o problemático, são fundamentais. Não por masoquismo, mas por termos aprendido que, a cada queda, o que morre era destinado a assim morrer, e o que se ergue é o que tinha de assim nascer.
Tinha de nascer sim. E a tudo que nos derruba devemos um “muito obrigado”
E "àqueles" que nos derrubaram ou ainda vão derrubar, devemos um dia dizer: é uma pena que você jamais venha a dar-se conta do quão longe fui graças ao que ocorreu, agora de onde estou, tudo tem outra proporção.
Se formos perspicazes, o que emergirá será sempre alguém mais desperto.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

TUDO É FANTÁSTICO E NINGUÉM TÁ TÃO FELIZ

NUNCA FOI TÃO FÁCIL


Vivemos em uma das eras mais fantásticas da nossa história e nossos contemporâneos estão por aí perdendo tudo isso, olhando uns para os outros com um olhar blasé, com a indiferença de quem está acostumado com tudo e não dá a mínima para o que está acontecendo.
Nunca tivemos acesso tão fácil a tanta informação.
Temos acesso praticamente ilimitado a todos os assuntos existentes e, se não conseguirmos achar nada sobre isso, podemos encontrar alguma pessoa que nos apontará uma pista de onde procurar. Podemos acessar praticamente qualquer material.
Gostamos de nos iludir, achamos que desfrutamos de um imenso mar de conhecimento, quando na verdade, estamos brincando em uma caixa de areia. 
A internet tem uma quantidade ridiculamente grande de sites, blogs, fóruns e todo formato agregador de conteúdo. Eu sei que você sabe disso. Mas qual a última vez que navegou além das páginas que acessa com frequência? Quando foi que tentou entender um assunto além dos dois primeiros parágrafos da Wikipédia? Somos uma raça superficial, nos tornando cada vez mais superficial.
Podemos ter acesso a tudo isso, mas insistimos em nos manter dentro dos limites da nossa caixa.
Sites de busca mostram resultados filtrados para se parecer com o que mais procura, redes sociais mostram apenas conteúdo dos amigos que mais conversa. Sem perceber, você vai ficando preso a uma realidade.
De repente, todo mundo tem uma opinião similar à sua. Tudo diz o que você quer ouvir, assim, sua ilusão se torna cada vez mais real.
Por exemplo, fotografias nem sempre foram acessíveis. Quando criança, máquina fotográfica era especial, demorei para ganhar a primeira e, ainda assim, filmes e revelação eram caríssimos. Não tirávamos foto de qualquer coisa. Fotografia era um momento especial, nos vestíamos apropriadamente para isso. Agora que tenho recursos amplos, todo aparelho celular tem uma câmera embutida, não tiro fotos quase de nada ou se me ponho a fotografar nunca tenho essas fotos reveladas e elas acabam se perdendo dentre umas e outras clicadas nessa ou naquela ocasião.
Usei o exemplo das câmeras para ilustrar, mas temos feito isso com praticamente tudo. Estamos perdendo a noção de quanto tudo é fantástico.
Apesar de tê-la em nossas mãos não precisamos nos tornar escravos da modernidade, também precisamos saber desligar todos os nossos aparelhos luminosos e sorrir sozinho sem eles vendo o quanto tudo é lindo, sem nos esquecer da nossa capacidade de se deslumbrar com o mundo. Tudo isso a nosso alcance, por isso digo nunca foi tão fácil!


quarta-feira, 17 de junho de 2015

TRANSCENDENDO A POSSE

VOCÊ SE SENTIRIA PERDIDO SEM AS COISAS/ PESSOAS QUE VOCÊ PENSA POSSUIR?


É a tal ideia de posse, aquela colocada na cabeça já muito cedo. Desde que nascemos, fomos treinados diariamente a acreditar que objetos, pessoas e ideias são nossos ou não são nossos. O que acontece, no entanto, é que a realidade é indiferente para nossas posses.
Imaginem um furto: "o que te levaram? Dinheiro, celular ou a carteira? Seja lá o que foi furtado, agora é de quem o furtou? Continua sendo teu, só que nas mãos de outro? 
Querendo ou não, essas perguntas todas giram em torno da problemática da posse. Todas partem do princípio de que alguém é dono do objeto furtado. O conceito que fundamenta a resposta mais clara, simples e objetiva é o da "não-posse": não sou dono de nada nem de ninguém. Partindo desse conceito, todas as perguntas teriam uma única e simples resposta: "eu não perdi nada".
Vendo por essa perspectiva, não possuo meu melhor amigo. Não sou dono do carro que dirijo, ou do celular que uso. Não tenho dinheiro ou uma vida bem ou mal sucedida. As pessoas com quem convivo não são minhas, as roupas que visto, os artigos que compro, nada é meu.
E mesmo assim, tenho a liberdade de conviver com pessoas, vestir roupas e dirigir um carro. Vendo além dessas pequenas situações, percebo que, o que realmente é válido perguntar não é “a quem isto pertence?”, mas algo como “quem tem a liberdade de utilizar isso?”.
Esse desprendimento das posses nos dá um novo significado, uma visão diferente para as ações, tanto as minhas quanto as dos outros.
Transcender a posse (que agora mais parece uma ilusão) muda nossa interação com a própria realidade: já não me sinto dona da realidade, me sinto dona da responsabilidade por cada ação que tomo, e cada vitória, cada derrota, sou eu mesma a principal responsável.
Uma boa ideia pra superar a dependência das coisas seria a gente colecionar momentos e não coisas.


terça-feira, 16 de junho de 2015

O MUNDO NÃO GIRA AO NOSSO REDOR

VOCÊ SE DÁ CONTA DAS PESSOAS?


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Vivemos cercadas de pessoas tão incríveis, tão humanas, com uma subjetividade tão profunda e única como a nossa.
Apesar disso, caminhamos pela vida como se fossem todas, ou quase todas, só figuras de papelão de quem desviamos para não trombar na rua.
Será assim tão difícil enxergar a humanidade das pessoas a nossa volta?
Sempre que vemos um estranho e nos lembramos de já tê-lo visto no dia anterior, é um pouco como se Deus estivesse com poucos figurantes.
A sensação é que somos os protagonistas do grande filme da nossa vida, repleto de figurantes que não importam, com um punhado de coadjuvantes que entram e saem de cena, tudo coroado pela brilhante narração em off dos nossos figurantes.
Na verdade estamos cercadas de protagonistas de suas próprias histórias.
Cada pessoa está protagonizando o seu próprio filme.
Experimente...
Quando estiver em um ambiente público com várias pessoas que você não conhece (ônibus, fila do banco, sala de espera, etc), tente dar-se conta da humanidade, individualidade, subjetividade de cada pessoa a sua volta.
Deixe expandir sua consciência. Se dê conta de que você está cercado de pessoas, de que cada uma daquelas figuras de papelão ali sentadas é um ser humano exatamente tão complexo, tão sublime, tão apaixonante, tão mesquinho quanto você. Uma por uma. Todas elas.
Não é preciso fazer nada externamente. As pessoas não precisam nem te perceber. Basta olhar para cada uma delas por poucos segundos e pensar:
Essa pessoa já foi um bebê fofo.
Esse aqui é a pessoa mais amada da vida de alguém.
Essa outra sentiu todas as suas dores e nenhuma das minhas, e eu nunca sentirei as dores dela, nem ela as minhas; etc.
Faça questão de ter realmente enxergado cada pessoa, de ter considerado sua humanidade individual por pelo menos alguns segundos antes de seguir adiante: aqui está uma pessoa, aqui está outra pessoa, isso aqui também é uma pessoa. Pessoa, pessoa, pessoa. Cada um. Nenhum deles figurantes do filme da minha vida. Todos protagonistas de seus próprios filmes.


segunda-feira, 15 de junho de 2015

NOSSA VIDA EXISTE SEM NÓS

MESMO ANTES DE MORRER, SUA VIDA JÁ PODE ESTAR SEM VOCÊ

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Temos consciência da morte em alguma medida. Mas poucas são as pessoas que acreditam que poderia acontecer amanhã ou talvez no ano que vem.
Pois morreremos, mesmo com toda opressão do cotidiano. Mesmo com a dificuldade de viver nesta ou naquela condição, com desejos, anseios, pensamentos, projeções, mesmo com a rotina que não nos dá descanso ou com nossa falta de controle. A consciência da morte pode até não nos proporcionar algum alívio, mas com certeza nos coloca pra dividir um mesmo barco.
É fácil acreditar na solidez de nossas convicções. Deixar de reconhecer e compartilhar nosso tempo, oportunidades, emoções, privilégios. De ser fiéis a nós mesmos sem perder o cuidado com tudo o que nos cerca.
De repente, podemos nos deparar com a possível descoberta que as pessoas em volta não são coadjuvantes ou figurantes da nossa vida. Não somos os protagonistas das histórias que contamos. Nossa vida não é a medida de todas as coisas.
É, nossa vida existe sem nós.
O controle que tanto ansiamos não passa de uma ilusão fraca e temporária diante do fluxo dinâmico de acontecimentos.
Morrer e viver são oportunidades que desperdiçamos com freqüência. A morte não é o contrário da vida. A morte nos aproxima da vida, mas muitos só acreditam de verdade na possibilidade de morrer e de viver ao escutar, como nos filmes dramáticos de Holywood, alguém dizer:
"Você tem... Receio que não há nada que possamos fazer".
Talvez não seja preciso chegar tão perto, mas contemplar essa possibilidade pode oferecer a chance de mudar perspectivas, questionar nossas ações e a maneira como nos relacionamos com as pessoas. Acredite, seu tempo é limitado. Esta vida é provisória.
A consciência da morte, que é apenas uma das manifestações da impermanência de todas as coisas, pode ensinar princípios. Talvez um pouco de lucidez, entrega, silêncio e calma. Talvez. Na morte, nada se perde, somente a ilusão de que possuíamos pessoas, lugares, momentos, coisas.
Estar presente na própria vida não depende de estar vivo ou morto. Mesmo antes de morrer, sua vida já pode estar sem você.



sexta-feira, 12 de junho de 2015

PARA AQUELES QUE AMARAM, AMAM E QUE AINDA VÃO AMAR

A PRÁTICA DIÁRIA INTERMINÁVEL DE SERMOS HUMANOS

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Pra que tanta ladainha, tantas religiões, tantas regras e leis pra levar a algo tão simples? Todos os aprendizados, todas as análises de conflitos, todos os insights levam apenas a uma conclusão: somos uma coisa só. Estamos todos ligados. Somos a unidade no conjunto. E quanto mais nos afastamos disso, mais causamos o mal, o conflito, o desequilíbrio.
A natureza é destituída de 'bondade' ou 'maldade'; ela segue apenas (misteriosas e maravilhosas) leis imutáveis quando dá a vida ou a morte (para renovar o que havia criado). Tudo nela se equilibra, há uma reação a cada ação, há o retorno a tudo que cada ser dá a ela, há um antídoto para cada veneno, uma recompensa para cada sofrimento. Não há "crueldade" em sua sabedoria. A borboleta devorada pelo pássaro se torna aquele pássaro, e o pequeno pássaro morto por um animal está apenas cumprindo seu papel. Isso não pode ser considerado um "mal" na Natureza, nela não há esse conceito. O homem já começa errado temendo a morte, o seu maior fantasma, que não é um mal, só se vista de forma individual. O mal surge a partir do ego, da (in)consciência humana e sua origem está inteiramente no homem, que apesar de raciocinar, e apesar de ter toda a natureza para observar, se dissocia dela. Ou seja, a natureza é perfeita, é como tem que ser. A partir dessa compreensão, devemos confiar nela, e observar mais atentamente, vendo que tudo se mostra na vida. Se agimos na direção oposta estamos contra a natureza, e criando o desequilíbrio. E penso que devemo estar aqui pra trabalhar pela natureza.
Por exemplo: Reparem como a vida nos disponibiliza prazeres diversos, mas mostra que a partir do momento que só pensamos no nosso prazer individual e/ou imediatista, não entendemos o caminho proposto (começando com as consequências no nosso corpo, depois na nossa relação com as pessoas, com o mundo e assim por diante) Este excesso traz doenças, miséria, sofrimento físico e mental, e isso acaba sendo transmitido pra quem nos rodeia e para as gerações futuras. 
É simples! Essa unidade é  DEUS, chamem ele do que quiserem chamar.  E é custoso alcançar essa compreensão pela educação, consciência e exercício. As vezes pode levar toda uma vida.
Claro que amar a si mesmo, confiar em si mesmo, saber que somos uma importante peça é essencial, e não tem nada a ver com vaidade e orgulho (precisar da aprovação dos outros). Devemos fazer nossa parte com prazer e alegria, sem apontar/acusar/recriminar os outros ou cobrar isso deles. Lembre que qualquer repressão ou tentativa de controlar os outros também nos afasta do nosso propósito de ser unidade com o outro, obviamente. Cada um é responsável por si mesmo e atinge sua consciência no seu ritmo.
O mínimo que podemos fazer, estando como passageiros nessa inacreditável vida e nos compreendendo como "células" desse maravilhoso organismo chamado VIDA, é sempre exercitar a contemplação e a gratidão. Isso trará coisas maiores, e menos sentimentos individualistas. 
A compreensão disso tudo está muito além de fórmulas, de regrinhas ou coisas que o valha. Está em uma conscientização gradativa de que depende de nós partirmos para o exercício diário e interminável de sermos humanos cada vez mais conscientes pouco a pouco, a cada dia da nossa vida.