segunda-feira, 24 de setembro de 2018

VISANDO A PAZ ALMEJADA, URGENTE E NECESSÁRIA

IGNORE O QUE NÃO VALE A PENA




Ultimamente, ter paz tornou-se artigo raro, daqueles que logo só se verão nos museus da vida, afinal, as pessoas estão cada vez mais atarefadas, afobadas, desmotivadas, e decepcionadas. Não há mais tempo para fazer o que mais se gosta e que não se relacione com trabalho, com compromisso, com chatice, ou seja, sobram poucos espaços em que possamos não fazer nada, não pensar em nada. E isso faz muita, mas muita falta.
Todos sabemos o quanto o corpo e a mente necessitam de um refresco, de um intervalo emocional diário, para que não ficarmos fatigados e estafados, pelo ritmo acelerado e repetitivo das atividades cotidianas que não dão nenhum prazer. Precisamos de um momentos com a gente mesmo, que nos alivie esse peso das obrigações que nos extenuam o corpo e a alma. Somos também sentimentos, somos um mundo dentro de cada um de nós e esse mundo precisa de trégua.
Infelizmente, para piorar o andamento das coisas, existe muita gente que tenta roubar a paz alheia.  Algumas vezes, somos diretamente atingidos por isso tudo; outras vezes, o ambiente à nossa volta acaba pesando por conta de situações que não nos atingem diretamente. De um ou de outro modo, será difícil conseguirmos nos equilibrar entre nossa vontade de ser feliz e a infelicidade semeada por aí.
Bater de frente com quem só quer prejudicar será infrutífero, pois esse tipo de pessoa não ouve ninguém além de si mesmo, será inútil, porque gastaremos saliva à toa. Tentar provar nossas verdades nem é necessário, visto que o tempo se encarrega de colocar cada coisinha em seu devido lugar. Ou seja, o melhor que poderemos fazer para ficarmos em paz será ignorar.
Ignorar gente mal amada, palavras de desânimo, palpites indevidos. Ignore, visando à paz almejada, urgente e necessária. É bem assim que se faz.



sexta-feira, 21 de setembro de 2018

EFÊMERA

A VIDA É UMA SURPRESA COM DATA DE CHEGADA E DE PARTIDA




Efêmera. Assim é ela: a vida. Um dia nascemos e temos toda a vida pela frente e em um piscar de olhos, ela passa. O tempo é um mistério que nos acompanha em cada dia. O tempo é esse mistério que fingimos conhecer. O tempo é esse tal TIC TAC que resolvemos contabilizar a fim de dominá-lo. São 365 dias. São 24 horas. São 60 segundos por minuto. São contas, são números, o tempo foi cronometrado para que não pudesse nos escapar. Mais um erro do ser humano, não há como controlar o que mal entendemos.
O tempo corre. O tempo é senhor de si. A vida é esse fascinante espaço entre nosso primeiro suspiro e o último. É indomável! A vida é essa surpresa com data de chegada e data de partida. Ambas datas que tentamos definir, mas não podemos. Queremos planejar o início de uma vida. Queremos adiar o findar de uma vida. Ainda não aprendemos a amar o tempo. Ainda não lidamos com as peças que ele nos prega. 
Nos vemos perdidos quando catástrofes ou desastres nos acometem. Queremos entender. Queremos justificar. Queremos saber o porquê. Queremos pensar como poderia ter sido. 
Sentir o hoje, Sentir a brevidade da existência. Sentir os encontros e desencontros. 
Nesse tempo incontestável que nos é dado, só nos resta vivê-lo em plenitude. Cada instante é um milagre. O presente é o que temos. Seja de sonhos ou pesadelos. É onde devemos estar por inteiro. É dedicar-se a dar o melhor de você hoje. É compromisso inadiável. O tempo nos é escasso pelos limites que demos a ele, esquecendo assim seu caráter infindável. Reduzimos o infinito à horas. Reduzimos à dias. Reduzir à meses e anos.
E quando a vida nos sacode encontramos o que jogamos no esquecimento. Encontramos a vontade de ser, se sentir. Nos resignamos com a dor. Repensamos aquilo que fugimos pensar: a nossa finitude. Fim dos dias, fim de ciclos, fim de uma jornada. Fins que nos são inevitáveis. Fins que lembram que só temos o hoje para amar. Todo dia é uma nascer e morrer em nós. É como diz o mestre Lenine: “Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma Até quando o corpo pede um pouco mais de alma Eu sei, a vida é tão rara (a vida não para não...a vida não para)”



quinta-feira, 20 de setembro de 2018

SENDO IMENSIDÃO

TEMOS UMA IMENSIDÃO DE COISAS PRA DESENVOLVER




Estar vivo é uma experiência significativa, essa busca por um sentido. São nesses momentos de reflexão que inundamos nosso ser com diversas versões sobre nós mesmos e projetamos dizeres sinceras. Sejam nos amores, amizades ou laços, pessoas vêm e vão todos os dias, e o que fica são essas memórias boas e ruins que resultam numa versão melhor de nós mesmo. Sim, melhor, porque em cada um de nós existe algo de bom para ser compartilhado, não é por acaso que estamos aqui. Cabe à nós sabermos se viemos para aprender ou só se perder.
Só ouvir, observar, sentir e respirar. Existe um propósito pra tudo e, como falei, cada um de nós tem uma energia boa para compartilhar, cada um. E fica a nosso cargo exercer essa dádiva sobre a imensidão que somos.
Porque em cada um de nós existe um universo, e uma imensidão de coisas para desenvolver.



quarta-feira, 19 de setembro de 2018

VIDA PLENA REQUER PACIÊNCIA, RESIGNAÇÃO E FÉ

DEDICAÇÃO E EMPENHO É O QUE A VIDA NOS EXIGE




Constantemente, passamos por situações que esgotam as nossas forças e minimizam os nossos ânimos. Por mais que tentemos escapar, inevitavelmente nos decepcionaremos com as pessoas, seremos rejeitados por alguém, reprovaremos em provas e concursos, seremos preteridos em vagas de empregos ou em promoções em nosso trabalho, choraremos o luto de pessoas especiais, dentre tantos outros reveses pelo caminho.
Estamos sempre preparados para receber o melhor em nossas vidas, ao passo que fugimos à necessidade de estarmos prontos a enfrentar o avassalamento que certos momentos trarão - e eles virão. Para nós parece ser muito natural expormos os sucessos, as conquistas, tudo aquilo que deu certo em nosso caminho, mas, dividirmos nossos equívocos e fracassos chega a ser quase impossível, uma vez que negar algo parece afastar aquilo de nós. Doce ilusão.
Negar nossos fracassos não os impedirá de baterem à nossa porta, nos obrigando a encarar nossas fraquezas, a refletir sobre o que viemos fazendo de nossas vidas, para que possamos repensar e operar mudanças que nos tornem habilitados a deixar de cometer os mesmos erros. Precisamos voltar nossas atenções ao nosso pior, digerindo aquilo tudo e renascendo para novas tentativas, com a mente reoxigenada.
O tempo nos ensina a confiar nele e nas verdades que ele sempre nos traz, bem como na colheita infalível a que todos estaremos sujeitos, de acordo com a qualidade das semeaduras que deixamos pelos caminhos. É preciso que estejamos conscientes de que muito do que sofremos é resultado tão somente de nossas ações, ou seja, agir com vistas às futuras consequências do que fazemos hoje nos poupará de amanhãs dificultosos.
Após as devastações emocionais que passam por nossas vidas, derrubando tudo o que há pela frente, minando nossos sentidos e roubando nosso fôlego, será o momento de decisão, de retomada, de reerguimento. A dor, a revolta e o abatimento que fatalmente nos invadirão serão úteis, para que esgotemos nossa tristeza, tolerando até que se esvazie e sejamos preenchidos aos poucos pela construção  de certezas cheias de esperança, com a ajuda dos amigos, da família, do parceiro, de quem, indubitavelmente, estará sempre conosco, junto, disposto, com acolhimento sincero e sorriso verdadeiro.
Trata-se de um processo lento, que requer paciência e resignação, fé e confiança em nós mesmos, em nossa capacidade de nos reinventarmos, de solucionarmos o que parecia impossível, de enxergarmos refletidamente o mundo à nossa volta, aprendendo e reaprendendo a cada dia. Não poderemos agir e escolher corretamente o tempo todo, mas poder contar com amor verdadeiro nos apoiando fará toda a diferença nos momentos em que a vida não dá certo. É assim que a gente cresce e é assim que a gente vira gente de verdade.




terça-feira, 18 de setembro de 2018

BUSCADOR

QUANDO A BUSCA SE INICIA




A vida se olhada apenas de fora não tem sentido.
No momento em que alguém se torna alerta para  esse fato de que toda essa vida é uma coisa sem sentido, a busca se inicia.
Essa é uma parte negativa, mas a não ser que essa parte negativa esteja presente, a positiva não pode vir.
A busca espiritual significa, em primeiro lugar, um sentimento negativo: um sentimento de que a vida, tal como ela é, não tem sentido.
Todo o processo acaba na morte: pó sobre pó. Nada permanece conclusivo em si mesmo. Você passa pela vida em tal agonia, em tamanho inferno, e nada conclusivo é alcançado.
Esse é o lado negativo da busca espiritual. A própria vida nos auxilia a chegar nesse lado. Esse lado — essa negatividade, essa angústia, essa frustração — é a parte que o mundo está fazendo.
Quando você se torna realmente alerta para o fato da insignificância da vida tal como é vivida, sua busca comumente começa, porque você não pode ficar tranquilo com uma vida sem sentido.
Com uma vida sem sentido, um abismo é criado entre você e tudo o que a vida é. Uma brecha intransponível cresce, tornando-se cada vez maior. Você se sente desamparado.
Então, a busca por alguma coisa significativa, feliz, é iniciada. Essa é a segunda parte, a parte positiva.
Busca espiritual significa chegar a um acordo com a realidade atual, não com uma projeção sonhadora. Se você parar pra analisar vai concluir que toda a nossa vida é apenas uma projeção, sonhos projetados. Não se existe para conhecer o que é; se existe para se obter o que é desejado.
Você pode tomar a palavra "desejo" como um símbolo do que nós chamamos de vida. A vida é uma projeção dos desejos: você não está à procura do que a vida é; está à procura do que tem desejado na vida.
Você continua desejando e a vida continua sendo frustrante porque ela é como é. Ela não pode ser como você quer. Então, você fica desiludido. Não exatamente porque a realidade seja adversa a você, mas sim porque você não está em sintonia com a realidade, apenas com seus sonhos.
Seus sonhos criam uma desilusão que estraga tudo. 
Busca espiritual significa conhecer essa parte negativa: reconhecer que esse desejar é a raiz causal da frustração.
Desejar é criar um inferno por livre e espontânea vontade. Desejar é estar no mundo desejando e continuar desejando, sem nunca perceber que cada desejo não dá em nada além de frustrações. Uma vez que você percebe isso, então não mais deseja.
Ou seu único desejo é conhecer o que realmente é. Nesse momento, você decide: "Não continuarei projetando a mim mesmo,  "viajando" conhecerei o que é. Não porque devo ser desse modo e a realidade deva ser daquele outro modo, mas apenas por isto: quero conhecer a realidade seja ela qual for — nua como ela é. Não projetarei, não entrarei nisso. Quero encontrar a vida como ela é". 
Positivamente, busca espiritual significa encontrar a existência tal como ela é, sem qualquer desejo. No momento em que não houver nenhum desejo, o mecanismo de projeção não estará mais funcionando. Então, você poderá ver o que é.
Uma vez conhecido, este "o que é" — aquele que é — lhe dará tudo.
O desejo sempre promete e nunca dá. Os desejos sempre prometem felicidade, êxtase, mas isso nunca vem. Cada desejo dá em troca apenas mais desejos. Cada desejo cria em seu lugar apenas desejos ainda maiores e mais frustrantes.
Uma mente não-desejosa é aquela que está engajada na busca espiritual. Um buscador espiritual é aquele que está completamente alerta para o absurdo do desejo e está pronto para conhecer o que é.
Quando a pessoa está pronta para conhecer o que é, a realidade aparece por todos os cantos, por todos os lados.
A realidade está sempre no presente — aqui e agora —, mas você nunca está no presente. Está sempre no futuro: nos desejos, nos sonhos. O problema é que você está adormecido nos seus sonhos, nos seus desejos. E a realidade está aqui e agora.
Quando esse sonho for interrompido e você estiver acordado para a realidade que está aqui e agora, no presente, haverá um renascimento, uma outra maneira de ver e sentir. E você finalmente vai chegar à satisfação.


segunda-feira, 17 de setembro de 2018

TEMPO MOLEQUE

EIS O TEMPO DA SIMPLES FELICIDADE





Você se recorda de quando tinha 9, 10, 11, 12 anos? De uma época onde podíamos brincar, ter momentos repletos de alegria e descontração? Quando a vida ainda não tinha nos presenteado com dinheiro, cartão de crédito e cheque, mas nossas posses nos traziam muito mais leveza e satisfação do que as de hoje em dia. Um tempo em que tínhamos muitos sonhos e nada parecia impossível. Quando ainda estávamos perto de nossos entes queridos, ainda que os achássemos chatos às vezes, mas só com o tempo entenderíamos a falta que alguns deles que já se foram nos faz. Uma época onde se machucar nem era tão ruim assim. Quando ir para escola só era bom porque tínhamos um monte de amigos e tudo era só diversão. Um tempo de descobertas e curiosidades, quando tínhamos um olhar pela vida de entusiasmo e encantamento. A melhor matéria da escola era educação física que tinha desde ginastica ritmica até ping pong. Nosso corpo estava em forma, com vigor e muita energia, mas só teríamos consciência disso com o passar dos anos e os sinais de após um dia de viagem nos sentirmos extremamente cansados. Nosso temperamento era alegre, andávamos em turma e isso nos fortalecia. A tristeza durava pouco tempo. 
No último dia de aula todos assinavam em nossa camisa e passar de ano sem recuperação era a meta de nossas vidas, ou simplesmente não ser reprovado. Mil e uma maneiras inventamos de ”colar” nos dias de prova, isso certamente ajudava a manter nossa mente criativa. Na vida adulta não podemos errar, e com isso muitas das vezes nem tentamos. Aprisionamos uns aos outros com regras que seria bom se não existissem, pois no final das contas não servem para quase nada. Muitos vivem mais a vida alheia do que a sua própria, pois ainda quando você se dedica à sua, parte dela é apoiada na expectativa dos outros e vice versa, então não seria melhor se todos se libertassem? Quando jovens podemos esquecer, nos apaixonar, cair, pois tudo cabe na idade, enquanto com o tempo não temos mais direito às justificativas, pois elas parecem desculpa de perdedor. Porque aos 12 anos ganhar é mais um impulso para participar, e quando mais velhos, as pessoas querem sempre ser os primeiros e são capazes de ir tão longe para isso? Ou isso ou nada.
Ir longe significa não só avançar na idade, mas perder-se nela, pois na vida adulta muitas vezes as pessoas se esquecem de quem são, de quem realmente são. E aí vão para terapia tentar entender o porquê de estar tão tristes, sozinhos, vazios, amedrontados, quando na verdade só estão perdidos de si mesmos. Talvez soltar uma pipa resolva grande parte dos seus problemas. Vamos afrouxar a linha! Podemos ter o controle ou não, mas a beleza da vida está no fluir, e para isso é preciso leveza de mente e de alma. Não podemos perder a capacidade de sorrir, muito menos a de levantar com a certeza de que coisas boas estão por vir, e ainda existem pessoas nas quais podemos confiar. Aos 12 anos quando algo não sai do nosso jeito, nos aborrecemos muito, mas logo arrumamos uma forma de nos distrair, na vida adulta esquecemos as alternativas e as formas de distração porque pensamos que a felicidade só acontecerá se conseguirmos atingir aquela meta, a tal meta que exigirá trabalhar horas aonde não suportamos, fazendo algo que não nascemos para fazer e que deixa nossos olhos sem brilho e o coração angustiado. Ainda existem motivos para sonhar, sempre existirá porque os sonhos não têm idade, nem o amor, nem os momentos de paz. Mesmo que não possamos voltar a ter 9, 10, 11, 12 anos, certamente podemos visitar em nosso íntimo a parte "moleque", que deixamos soterrar pelas preocupações e exigências da vida. Ainda há em nós um lugar sagrado que está esperando ser tocado, regado, para poder novamente saber perdoar, ser mais benevolente, menos severo, menos tenso, mais leve e alegre. Porque a vida passa, e nós passamos com ela, só aquilo que há de belo em nós, não pode passar. E que aos 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, ou 100 anos possamos ainda manter aquele garoto (a) de 12 pulsando em nós, animando nossa alma, livrando-nos da desesperança e das correntes da vida. E se alguém “tá de mal” com a vida, trate logo de fazer as pazes consigo mesmo. Que todo o impulso para o desconhecido, o vigor, a brincadeira, a paixão e a alegria nos acompanhe pelas estradas da vida, com sol ou chuva.



sexta-feira, 14 de setembro de 2018

IGNORÂNCIA OPCIONAL

A IGNORÂNCIA E A SUPERFICIALIDADE NUNCA ESTIVERAM TÃO EM ALTA




Mesmo que instintivamente, muitas pessoas optam pela ignorância como meio de se protegerem das dolorosas consequências do conhecimento. Cada um tem o direito de viver da maneira que lhe parece mais confortável.
Por outro lado, toda ignorância opcional é uma realidade muito triste. O que faz seres inteligentes e pensantes optarem pela ignorância? O que faz seres com profunda capacidade de relacionar, de transformar, de criar, viverem como meros robôs que repetem conteúdos transmitidos sem senso crítico, sem nenhum tipo de reelaboração mental?
A superficialidade e a ignorância nunca estiveram tão em alta.
É flagrante a limitação mental e espiritual que tem essas pessoas ...Ignorantes são pessoas extremamente contraditórias e incoerentes, vivem de discursos prontos, querem colher o que não plantaram... Falam de amor, mas lhes faltam compaixão, falam de igualdade, mas não sabem respeitar as diferenças, falam de paz, mas defendem guerras enfim... nem eles mesmos se dão conta de suas contradiçoes simplesmente porque foram programados desde a infancia a apenas repetir as mesmas ações e maneiras de pensar, foram condicionadas e convencidas, mas o pior é saber que a safra de pessoas assim se perpetua cada vez mais... 
Os ignorantes por opção se revoltam quando se deparam com um olhar inusitado, pois todo olhar inusitado é uma desconstrução e desconstruções são trabalhosas. Desconstruções exigem que assumamos nossas fragilidades e lacunas.
Minha esperança ainda reside em saber que sempre haverão algumas poucas pessoas de bom senso que darão uma outra educação e visão de mundo a seus filhos e amigos aumentando a corrente da paz.