quinta-feira, 30 de novembro de 2017

SOBRE A 'CONSCIÊNCIA'

CONSCIENTE DE MUITAS COISAS, MAS ESQUECIDO DE SI MESMO! CONSCIÊNCIA É PRESENÇA CONSTANTE


Resultado de imagem para ESTAR CONSCIENTE

É preciso entender o que significa ‘consciência’.
Você está andando na rua. Está consciente de muitas coisas – das lojas, das pessoas, do tráfego, de tudo. Está ciente de muitas coisas, menos de uma – de você mesmo! Você está passeando, consciente de muitas coisas, mas esquecido de si mesmo! 
Não importa o que esteja fazendo, nunca deixe de fazer outra coisa interiormente: ficar consciente do que está fazendo. Você está comendo, está caminhando, está falando ou ouvindo, fique consciente de si mesmo. Quando estiver com raiva, fique consciente de que está com raiva. Essa lembrança constante de si mesmo cria uma energia  dentro de você!
Na maior parte do tempo, você é apenas um saco vazio, uma combinação ao acaso de muitas coisas. Uma multidão, em constante mudança, mas sem ninguém que a comande. A consciência é o que faz de você o comandante do navio, não quero dizer que possua o comando, mas que seja a presença, uma presença contínua. Sempre que estiver fazendo alguma coisa, ou não estiver fazendo nada, de uma coisa tem que estar consciente: que você é!
O simples sentimento de si mesmo ( de ser ), e de que este si mesmo é (real), cria um centro – um centro de calma, um centro de comando interior. Trata-se de um poder interior. (...)
Se começar a ficar consciente, você começará a sentir uma energia nova em você. E, devido a esse poder, a essa energia, aquilo que dominava você se dissipa. Não tem mais que lutar contra nada!
Você tem que lutar contra a raiva, contra a ganância, porque você é fraco. Portanto, na verdade, a ganância, a raiva, não são o problema, a fraqueza é o problema. Quando começar a ficar forte interiormente, com um sentimento de presença interior – de que você é – nasce um ‘eu’. Mesmo sem ter um ‘eu’ – você continua acreditando que você é um ‘eu’, que na verdade é o ego. O ego é uma noção falsa de algo que ainda não existe. ‘Eu’ significa que existe um centro, mas esse centro só é criado por quem está continuamente alerta, consciente. (...) 
Às vezes, nos sentimos centrados, quando somos obrigados a ficar conscientes. Se surgir uma situação de grande perigo, começamos a sentir um centro lá dentro, pois temos consciência de que há perigo. Se alguém o ameaça, não dá para ficar inconsciente, não dá para correr ao passado ou ao futuro, esse momento é tudo que há. Nesse instante, você não somente fica consciente da ameaça, como também de si mesmo. Nesse momento sutil, você começa a perceber que há um centro em você. É por isso que os jogos perigosos atraem as pessoas. Você está dirigindo um carro e começa a aumentar cada vez mais a velocidade, a coisa começa a ficar perigosa. Você não pode pensar, não pode imaginar, o presente se torna sólido.
Nesse instante de perigo, quando a qualquer momento algo pode acontecer, fica-se repentinamente consciente de um centro dentro de si mesmo. O perigo fascina simplesmente porque, quando há perigo, você pode ficar centrado. (...) Quando a morte está próxima, a vida fica intensa e você fica centrado. Mas, se for apenas circunstancial esse centro desaparece logo que a situação terminar.
Por isso tem que ser mais interior, não fruto do momento. Tente ficar consciente diante das coisas mais comuns. Quando estiver sentado, por exemplo, tenha consciência do ato de sentar-se. Não só da cadeira, não só do ambiente em que está, da atmosfera que o cerca; mas do fato de estar sentado. 
Quanto mais inconsciente estiver, mais distante de si mesmo. Quanto mais consciente, mais perto de si mesmo. Se a consciência for total, você estará no centro. 


quarta-feira, 29 de novembro de 2017

CRESCENDO EM AMOR

O AMOR É; ENTÃO, O AMOR FLUI.

Resultado de imagem para CRESCENDO EM AMOR

Eu não chamo um homem de religioso apenas por acreditar em Deus. Eu chamo de religioso o homem que está crescendo em seu amor, em sua confiança – e vai espalhando isso vida afora.
O homem se torna maduro no momento em que começa a amar, em vez de precisar: ele começa a transbordar, a compartilhar; ele começa a dar. A ênfase é totalmente diferente. Com o primeiro, a ênfase está em como conseguir mais. Com o segundo, a ênfase está em como dar, como dar mais, e como dar em continuidade. Isso é o crescimento, é a maturidade chegando até você. 
Como pode uma necessidade ser amor? Amor é um luxo. É abundância. É ter tanta vida que você não sabe o que fazer com ela; então você compartilha. É ter tantas canções em seu coração, que você tem que cantar bem alto – se alguém ouve ou não, não é relevante. Se ninguém ouvir, você também terá que cantar, você terá que expressar tudo isso. 
O outro pode receber, o outro pode deixar escapar – mas no que diz respeito a você, o amor está fluindo, está transbordando. Os rios não correm por sua causa, eles estão fluindo esteja você lá ou não. Eles não fluem pela sua sede,  eles estão simplesmente fluindo. Você pode matar sua sede, você pode não aproveitar – depende de você.
Uma pessoa madura pode estar sozinha. E quando uma pessoa madura dá amor, ela se sente grata por você ter aceito seu amor, e não vice-versa. Ela não espera que você seja grato por isso – não, de jeito nenhum, ela não precisa nem mesmo do seu agradecimento. Ela só agradece por você ter aceito o seu amor. 
Duas pessoas maduras no amor, ajudam uma a outra a se tornarem mais livres. Não há nenhuma política envolvida, nenhuma diplomacia, nenhum esforço para dominar. Como você pode dominar pessoas que você ama? 
Quando passar a conhecer quem você é, então um amor surge em você. Então isso se espalha e você pode partilhar com os outros. Como você pode dar uma coisa que você não tem? Para dar, o primeiro requisito básico é que você tenha. 
Quando isso acontecer você esquecerá todos os seus relacionamentos de dependência e você começará a trabalhar em si própria: clareando, limpando se tornando  mais alerta, consciente; você começara a trabalhar dessa maneira. E quanto mais você se sentir assim  mais você descobrirá que o amor está crescendo junto – é uma conseqüência. 
Ele não precisa ser reconhecido: ele não precisa nenhum reconhecimento, não precisa de nenhum certificado, não precisa de ninguém para experimentar. O reconhecimento do outro é acidental, não essencial, para o amor; o amor continuará fluindo, porque no próprio fluir você se sente tremendamente alegre. 
Você está sentado num quarto vazio e sua energia enche o quarto vazio com seu amor; ninguém está lá – as paredes não dirão “obrigado”. Mas isso não importa, absolutamente. Sua energia está sendo liberada, como acontece com as crianças pequenas que corre, roda e pula sem quê, nem pra quê ...  
O amor é; então, o amor flui.


terça-feira, 28 de novembro de 2017

USE A MENTE, MAS NÃO SE TORNE A MENTE

USE A MENTE COMO VOCÊ USA OUTRAS MÁQUINAS


Resultado de imagem para a mente como maquina 

Use a mente, mas não se torne a mente; use como você usa outras máquinas. A mente é uma bela máquina e, se você puder usá-la, ela o servirá; se você não puder usá-la, ela começará a usar você e se tornará destrutiva, perigosa e fatalmente o levará a algum problema, a alguma calamidade, a algum sofrimento e infelicidade, porque uma máquina é algo cego, não tem olhos, não tem discernimento.
A mente não pode perceber, mas apenas insistir em repetir o que foi programada nela. Ela é como um computador; primeiro você precisa programar. Sua pretensa educação é isto: uma contínua programação da mente. Ela se torna um grande armazém de memórias; assim, sempre que você precisa se lembrar de algo, ela pode lhe fornecer a informação. Mas você deveria permanecer como o mestre, a fim de poder usá-la; caso contrário, ela começa a direcionar você.
Não seja direcionado pelo seu carro; seja como o motorista. Você precisa decidir a direção, decidir o objetivo, decidir qual será a velocidade, quando começar a andar e quando parar. Quando você perde o controle o carro assume o comando e começa a ir por si mesmo, você se arruína.
(...) Devemos ser capazes de usar a mente tanto objetiva quanto subjetivamente. Ser capaz de se mover dentro de si tão facilmente quanto capaz de se mover fora de si; podendo levar o carro para frente ou para trás (...) assim dá pra ser mais flexível, tornando a vida mais rica.
Melhor permanecer sempre como um observador na colina — uma testemunha do corpo e da mente, uma testemunha do exterior e do interior, de tal modo que possa transcender ambos, o exterior e o interior, e possa saber 
que você não é nenhum deles — você está além de ambos.


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

O BLOG FEZ TRÊS ANOS...

EM CLIMA DE FESTA!!!  

Resultado de imagem para bolo pequeno 3 anos desenho





Ontem dia 26/11 o blog completou 3 anos, vivaaaa! Há três anos venho escrevendo por aqui e três anos é bastante coisa, mas parece que foi ontem que comecei a conversar com vocês. Para escrever no blog, eu faço tranquila aqui do sofá. São três anos, 36 meses, 1095 dias, 26280 horas, que estou com vocês... 
Parece que foi ontem que sentei em frente ao computador e comecei a digitar o primeiro post, comecei sem nenhuma pretensão comercial e assim permaneço. A propósito, quem quiser conferir o primeiríssimo post no blog, clique aqui. Posso dizer que não imaginava ter um blog, muito menos que ele pudesse ter sido uma coisa tão significativa pra mim, por aqui ficam minhas impressões a cerca da vida que não pára. Quando leio os posts mais antigos fico imensamente feliz, pois de lá para cá noto como mudei a maneira de expressar as ideias, houve mudança na maneira de elaborar o conteúdo.
Foram 18.940  visualizações! Pessoas de outros países já passaram por aqui e deram uma lidinha entre os meus 687 posts escritos durante esses 3 anos – Haja assunto, hein!? rsrsrs.
Amigos, fica o meu muito obrigada a todos que passaram por aqui e continuam passando sempre. Uma beijo no coração de vocês! :)



sábado, 25 de novembro de 2017

VIM LHE FALAR SOBRE O PERDÃO

A REALIDADE DO VERDADEIRO PERDÃO ESTÁ EM DEIXAR DE NOS AGARRAR À DOR


Resultado de imagem para PERDAO

Uma mente repleta de feridas abertas estará sempre perturbada, pois uma ferida nunca deixará de incomodar porque ela precisa ser curada. Enquanto essa cura não acontecer ela continuará chamando a sua atenção da maneira que pode, ou seja, através da dor e do sofrimento desencadeado por ela.
Uma mente doente só pode pensar em sua própria doença. Tudo que a pessoa faz, pensa e sente é conduzido pelo seu passado não curado. Todas as suas ações, e todos os seus ímpetos, têm como objetivo único reproduzir as mesmas situações passadas para tentar consertá-las. Esse é o propósito principal de uma mente que quer cobrar uma dívida, essa é a meta dela e, portanto, toda visão da pessoa estará focada nisto de forma inconsciente.
Um passado não curado é como uma sombra que fica seguindo a pessoa onde quer que ela esteja. A mente que guarda mágoa, rancor e culpa das situações passadas está sempre com medo, acuada, sentindo-se ameaçada e com uma visão de mundo totalmente distorcida. Essa pessoa só consegue ver o mal no mundo e nas pessoas, e por conta disto torna-se amargurada e justifica o seu próprio sofrimento e ódio interior no mundo, atraindo situações indesejáveis para a sua vida e usando o mundo como testemunha da sua crença central. Enquanto não ocorre a cicatrização dessas feridas a vida dessa pessoa não sai do lugar e o terror mental gerado pelas inúmeras dívidas que ela julga ser credora ou devedora estará ocupando 100% dos seus pensamentos.
É necessário curar o passado, e isso ocorre através do perdão daquilo que foi vivido. Trata-se da compreensão absoluta de que o outro não é responsável pela sua felicidade e que, de alguma forma, todos estão fazendo o seu melhor dentro do seu atual nível de consciência. O ato do perdão ocorre em nossa própria mente. Ele realmente nada tem a ver com a outra pessoa. A realidade do verdadeiro perdão está em deixarmos de nos agarrarmos à dor.
Perdoar não é um gesto tolo como o mundo te convenceu. Tolice é tomar doses diárias de veneno crendo que a cura virá justamente daquilo que está te matando dia após dia. Perdão é um ato de inteligência e maturidade, mas, sobretudo, o único remédio que tem o poder de curar a sua vida e o mundo.



quinta-feira, 23 de novembro de 2017

O SEGREDO...

PARA UM PRESENTE E UM BOM FUTURO 


Resultado de imagem para o segredo da felicidade esta no TEMPO

O segredo da felicidade está no tempo.
Ham?
Sim, isso mesmo. Está no tempo que você gasta sofrendo por alguma dor ou aflição.
Você pode levar um fora e ficar sofrendo um mês ou um ano, é você quem decide isso.
Seu marido resolveu ir embora, você é quem decide quanto tempo vai ficar pensando e padecendo nessa angústia.
Se alguém importante morre, a mesma coisa.
Luto é necessário, mas depois precisa evoluir e virar saudades; e ainda depois virar compreensão: a vida é assim mesmo, fazer o quê? Um luto longo é prepotência. É preciso soltar.
Muita gente acha que felicidade é ausência de problemas. Não, não é isso.
Se você está na vida você vai ser contrariado muitas e muitas vezes. Infinitas vezes. Disso bem sabem os mais felizes.
Eles sabem que suas expectativas nem sempre serão realizáveis – e pra eles tudo bem!
Eles não gastam tempo na birra.
Eles (os felizes) ficam em PAZ nas suas GUERRAS.
Isso significa que sempre haverá problemas e que você, eu, nós todos, podemos ser felizes assim mesmo. Porque a vida é “assim mesmo” e pronto. O resto é novela, filme, sonho, idealização, tudo, menos vida-real.
Mas, então: posso ficar em paz mesmo em dias difíceis? Sim, você pode.
Decida-se por sofrer uma semana, mas um mês já é muito, passe adiante e pronto!
Não acampe nesse território de mágoa, de tristeza e de choro. Aí não é sua residência.
O nosso passado merece ficar lá onde é o lugar dele. O passado também merece ser deixado em paz. Assim você ganha força – você tem um presente e um bom futuro.
Se você conseguir entender isso, seguirá um tanto mais feliz! Pode testar!


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

HERANÇA: ALÉM DA HERANÇA FÍSICA HERDAMOS TAMBÉM MEMÓRIA EMOCIONAL E COMPORTAMENTOS INCONSCIENTES

PADRÕES FAMILIARES QUE SE REPETEM 



Resultado de imagem para HERANÇA EMOCIONAL

Quantas vezes você se perguntou “Por que eu estou fazendo isso, de novo?” ou então se viu preso a uma situação onde você, por mais que tentasse fazer diferente, não conseguisse? Além da herança física, ou seja, além de herdamos dos nossos antepassados nosso código genético, a ciência comprovou que herdamos também memória emocional e comportamentos inconscientes ligados aos nossos familiares, em especial aos nossos ancestrais.
Talvez a maioria de nós não se dê conta disso ou não leve tão a sério, mas o fato é que todos nós nascemos com uma espécie de "maldição familiar". E isso não tem a ver com magias ou profecias de bruxas do passado. Trata-se, na verdade, de um termo usado pela psicanálise para retratar algo que nos prende e precisamos encontrar a libertação. É um modo de atuação que os integrantes de determinada família costumam repetir ao longo de gerações.
Por exemplo, existem núcleos familiares nos quais a maioria das mulheres se divorcia ou nos quais os homens morrem de acidente de carro. Pode parecer simples coincidência. Mas é que nossos sentimentos, pensamentos e crenças geram comportamentos cujos resultados podem se repetir por muitos séculos, se ninguém nunca parar para prestar atenção nas relações de causa e efeito.
Assim, existem famílias nas quais as mulheres são as responsáveis por prover financeiramente, enquanto os homens pulam de emprego em emprego, sem nunca se definirem. Outras pessoas possuem filhas que acabam sempre fugindo de casa. Também há aquelas nas quais os homens sempre se casam com mulheres briguentas e rancorosas.
Portanto, se você observar o histórico da sua família, entenderá onde poderá recair sua sina. Sua família tem muitas doenças ou problemas financeiros? São enganados com frequência, infelizes no amor? Ter clareza disso fará com que você entenda quais ações levaram a estes desfechos negativos, buscando não repetir na sua vida pessoal os mesmos equívocos - que podem nascer timidamente de atitudes orgulhosas, ignorantes, egoístas, temerosas ou vaidosas. Ou, ainda, simplesmente de crenças obsoletas sobre a vida.
Descobrir sua "maldição familiar" é se libertar dela para não continuar a ser um mero espelho da sua árvore genealógica. Pois só dessa maneira, você poderá encontrar sua real essência e definir novos parâmetros e modos de existência para seus descendentes.